1. Os partidos que têm lugar no Parlamento
2. Os que não o têm.
2. Os que não o têm.
Dos segundos não sabemos o que podemos esperar - e do modo acéfalo como um grupo considerável de autóctones encara os deveres cívicos e as limitadas - e como tal, preciosíssimas! - vantagens do regime democrático, possivelmente nunca viremos a aferir da sua bondade. O grupo constituído pelos primeiros possui um denominador comum que transcende/oblitera as diferenças ideológicas (aqui entenda-se ideologia como um conjunto de regras que permite maximizar as vantagens a obter por quem, em cada partido, é responsável pela distribuição das benesses): a partir do momento em que assentam arraiais no hemiciclo passam a fazer parte permanente do problema. Parece ser cada vez mais expectável que não venham a fazer parte da solução.